{covão d’ametade}

EXIF: f/7.1 | 1/200 seg. | 160 ISO | 10 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(parque natural da serra da estrela – março 2017)

… quando o cântaro magro espreita…

{vale glaciar}

EXIF: f/13 | 1/125 seg. | 160 ISO | 11 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(parque natural da serra da estrela – março 2017)

… vale glaciar…

{dialeto}

EXIF: f/9 | 1/400 seg. | 125 ISO | 34 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(parque natural da serra da estrela – março 2017)

… o meu dialeto…

{juntos}

EXIF: f/3.5 | 1/60 seg. | 125 ISO | 17 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(parque natural da serra da estrela – março 2017)

«Que o tempo ajude, que a vontade exista
e que o sorriso persista, para que
momentos sejam vividos e jamais esquecidos,
junto de quem mais amamos.»

(Raúl Minh’Alma)

{daquela janela}

EXIF: f/4.5 | 1/40 seg. | 200 ISO | 6 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(leiria – março 2017)

“E se for tarde demais
a gente aproveita a madrugada”

(Raúl Minh’alma)

{à tarde}

EXIF: f/4.5 | 1/200 seg. | 200 ISO | 10 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(leiria – março 2017)

… entre a tarde,
dois pcman,

e um pê…

{como disse?}

EXIF: f/4.5 | 1/25 seg. | 200 ISO | 6 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(leiria – março 2017)

óculos?
ou um tubo respirador para snorkeling?

{urban art}

EXIF: f/4.5 | 1/200 seg. | 200 ISO | 11 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(leiria – março 2017)

arte urbana

{forward to}

EXIF: f/4.5 | 1/640 seg. | 200 ISO | 8 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(leiria – março 2017)

insigne cidade,
sempre muito à frente do seu tempo…

{pai}

EXIF: f/4.5 | 1/250 seg. | 200 ISO | 9 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(leiria – março 2017)

“Deixa-me deitar no teu colo,
deixa-me esquecer o mundo.”

(Raul Minh’alma)

{esperarei}

EXIF: f/4.5 | 1/40 seg. | 200 ISO | 15 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(leiria – março 2017)

«”nuncas” e “sempres” são meras ilusões»

(Raul Minh’alma)

{torre sineira}

EXIF: f/4.5 | 1/2500 seg. | 200 ISO | 30 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(leiria – março 2017)

A sua construção data de 1772, a mando do bispo D. Frei Miguel de Bulhões e Sousa.
Foi construída sobre o baluarte da Porta do Sol,
o acesso principal ao castelo,
e a habitação seria construída no arco da dita porta.

A torre foi construída para que pudesse ser ouvida
em zonas mais afastadas da cidade.

Em estilo barroco, é quadrangular e no topo é constituída por uma pirâmide,
tendo no seu cimo um anjo como cata-vento.
Os seus seis sinos (2 em cada face), foram mandados fundir nas oficinas de João Craveiro
pelo bispo D. Manuel Aguiar;
durante muito tempo o maior foi ainda usado para
anunciar incêndios e outros acontecimentos de vulto,
através do deciframento das badaladas.

O piso térreo da torre já foi usado como prisão.

(wikipédia)

{rua direita}

EXIF: f/4.5 | 1/50 seg. | 200 ISO | 15 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(leiria – março 2017)

“Castelos, um a um, deixa-os cair…
Que a vida é um constante derruir
De palácios do Reino das Quimeras!”

(Florbela Espanca)

{ser inteiro}

EXIF: f/4.5 | 1/1600 seg. | 200 ISO | 18 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(leiria – março 2017)

“Podemos ter muitas palavras para dizer uma coisa
que aparentemente é a mesma,
mas a verdade é que cada um a diz de uma forma diferente.”

(José Luís Peixoto)

{sei que sabes}

EXIF: f/4.5 | 1/1250 seg. | 200 ISO | 19 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(leiria – março 2017)

“lê isto: mãe, amo-te.

eu sei e tu sabes que poderei sempre fingir que não
escrevi estas palavras, sim, mãe, hei-de fingir que
não escrevi estas palavras, e tu hás-de fingir que não
as leste, somos assim, mãe, mas eu sei e tu sabes.”

(José Luís Peixoto)