{bairro camões}

EXIF: f/4.5 | 1/800 seg. | 100 ISO | 34 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(entroncamento – julho 2017)

“O Bairro  Camões, foi construído pela CP,
para albergar os seus empregados.
Desenhado por Cottineli Telmo e Luís da Cunha,
um bairro não camarário, mas de iniciativa empresarial
e construído com todos os requintes de conforto e serviço social.
Além de ruas ordenadas com pequenas moradias ajardinadas,
havia um monumental edifício,
com uma arquitectura imponente – a escola
(que funcionou inicialmente como escola primária,
depois como escola de aprendizes da C.P.,
e mais recentemente como centro de ensino e recuperação do entroncamento – CERE)”

{quinta do marquês}

EXIF: f/8 | 1/320 seg. | 100 ISO | 17 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(torres novas – julho 2017)

“Vulgarmente conhecida como Quinta do Marquês,
é uma das propriedades mais interessantes do concelho de Torres Novas,
quer pelos seus jardins e parque, como pelo precioso recheio do Palácio (já retirado),
que chegou a constituir um valioso museu de arte.

O solar foi construído no século XVII e sofreu obras de reconstrução e alteração
no final do século XIX e início do XX,
tendo sido ainda objeto de transformações e enriquecimento
durante o segundo lustro do século passado.

A quinta ficou na posse dos Condes da Foz, em finais do século XIX.”

Está à venda por cerca de 3milhões de euros.

{semente de roseira}

EXIF: f/4.5 | 1/640 seg. | 320 ISO | 180 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(fradelos – julho 2017)

Semente de roseira.. na golden hour…

{Hydrangea macrophylla}

EXIF: f/4.5 | 1/160 seg. | 320 ISO | 180 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(fradelos – julho 2017)

… as hortências cá do quintal…

{convento de alcobaça}

EXIF: f/2.8 | 1/640 seg. | 80 ISO | 6 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(alcobaça – junho 2017)

… depois da chuva vem a bonança…

{mosteiro de cós #6}

EXIF: f/3.2 | 1/40 seg. | 1250 ISO | 6 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mosteiro de cós – junho 2017)

“Salienta-se o retábulo da capela-mor, em estilo nacional,
representando a Sagrada Família durante a fuga para o Egito
e a imagem da Virgem no trono.
O teto é revestido de caixotões que representam santos,
símbolos alegóricos e burlescos.”

{mosteiro de cós #5}

EXIF: f/3.2 | 1/25 seg. | 1250 ISO | 6 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mosteiro de cós – junho 2017)

Esta igreja está muito bem conservada
e vale bem a visita (gratuita e guiada)

{mosteiro de cós #4}

EXIF: f/3.2 | 1/40 seg. | 1250 ISO | 6 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mosteiro de cós – junho 2017)

“A igreja é composta por uma nave única com o altar-mor uma posição mais elevada. A nave da igreja está dividida em duas partes por um arco e uma grade de clausura em talha dourada, que separa totalmente a parte reservada às monjas da parte reservada ao público.

Enquanto as paredes da parte do público são revestidas de azulejos até cerca de 1 metro de altura, as paredes da parte reservada são revestidas na sua totalidade.

Na parede de fundo deste espaço podemos apreciar uma porta manuelina composta por duas esferas armilares, as armas régias e a Cruz de Cristo.”

{mosteiro de cós #3}

EXIF: f/3.2 | 1/25 seg. | 1250 ISO | 6 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mosteiro de cós – junho 2017)

… Pormenor do teto da igreja…

{mosteiro de cós #2}

EXIF: f/2 | 1/40 seg. | 1250 ISO | 7 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mosteiro de cós – junho 2017)

“Segundo alguns historiadores a construção deste mosteiro data de 1279, pelo abade do Mosteiro de Alcobaça, D. Fernando, cumprindo assim uma cláusula do testamento do rei D. Sancho II. Este mosteiro seria construído, segundo esse testamento, para albergar as mulheres viúvas que levassem uma vida religiosa. Estas assegurariam o bom funcionamento do Mosteiro de Alcobaça, e fizeram o Mosteiro de Cós evoluir até se tornar num dos mosteiros mais ricos da Ordem de Cister, no início do séc. XVI.

Na segunda metade do séc. XVII teve diversas obras de recuperação e em 1669 teve início a construção da nova cabeceira da igreja e, pouco depois, a construção do claustro, a finalização da cobertura e o portal. Continuou entretanto a decoração barroca dos seus altares em talha dourada, azulejos e pinturas. Foi assim habitado até o terramoto de 1755 o destruir parcialmente e desalojar as monjas, seguido da extinção das Ordens Religiosas, em 1834. Seguiu-se o saque e a ocupação dos espaços. Deste mosteiro atualmente só resta a igreja, pertencendo a fonte, o celeiro e a adega, que lhe estavam anexos, a particulares e estando o restante em ruínas, nomeadamente os dormitórios que podemos apreciar no exterior, num plano perpendicular à igreja.”

{mosteiro de cós #1}

EXIF: f/2 | 1/60 seg. | 1250 ISO | 6 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mosteiro de cós – junho 2017)

pormenor da sacristia do mosteiro de cós,
onde todos os painéis de azulejos são relativos à vida de S. Bernardo.

“Estudos recentes dão como certo que São Bernardo esteja associado à criação de Portugal como Reino – parece ter sido por sua mediação (ou pelo menos, por mediação da sua abadia) que o Papa enviou um legado à Península Ibérica, o qual reconheceu, senão a independência nacional, pelo menos o título de duque a Afonso Henriques e a submissão do novo país à Santa Sé, pelo pagamento de quatro onças de ouro anuais.”

{vitrais #2}

EXIF: f/4 | 1/200 seg. | 1250 ISO | 70 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mosteiro da batalha – junho 2017)

simetrias…

{vitrais #1}

EXIF: f/4 | 1/80 seg. | 1250 ISO | 70 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mosteiro da batalha – junho 2017)

… a riqueza dos vitrais do mosteiro da batalha…

{cascata da fílveda #2}

EXIF: f/16 | 10 seg. | 100 ISO | 17 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(rota da água e da pedra – montanhas mágicas – junho 2017)

… quando a magia acontece…

{cascata da fílveda #1}

EXIF: f/22 | 13 seg. | 100 ISO | 10 mm | filtro DN graduado
(edição: PhotoFilter 7)

(rota da água e da pedra – montanhas mágicas – junho 2017)

… sensação de pequenez…
… o som da água era ensurdecedor…