{bats}

img_7982

EXIF: f/1.8 | 1/100 seg. | 1600 ISO | 6 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mafra – fevereiro 2017)

… o monumento onde o batman é amigo,
ai perdão, os morcegos são amigos…
comem as traças dos livros…
agora não, que dizem que estão a hibernar..
mas na primavera,
estão de regresso…

{ilusão}

img_7947

EXIF: f/4.5 | 1/30 seg. | 320 ISO | 30 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mafra – fevereiro 2017)

… esta pomba, que está na cúpula da igreja do Palácio Nacional de Mafra,
e que parece pequenina, pequenina, pequenina,

tem uma “envergadura” de 2,5 metros…

{cúpula}

img_7945

EXIF: f/4.5 | 1/25 seg. | 320 ISO | 6 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mafra – fevereiro 2017)

…cúpula da igreja do palácio de Mafra…

{pedra que racha}

img_7927

EXIF: f/6.3 | 1/80 seg. | 125 ISO | 17 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mafra – fevereiro 2017)

… a única pedra que rachou, no palácio de Mafra,
aquando do terramoto de 1755 de Lisboa…

{comemos agora}

img_7925

EXIF: f/6.3 | 1/60 seg. | 125 ISO | 22 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mafra – fevereiro 2017)

… comamos agora…
que depois não se sabe! 

{em mafra}

img_7920

EXIF: f/4 | 1/1000 seg. | 125 ISO | 100 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(mafra – fevereiro 2017)

palácio de Mafra
(torre norte – ala do Rei)

{bolhas}

img_7918

EXIF: f/2.2 | 1/800 seg. | 500 ISO | 6 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(fontes – leiria – fevereiro 2017)

A bolha pode existir porque a camada superficial de um líquido
(geralmente água) tem certa tensão superficial,
o que faz com que a camada se comporte como uma folha elástica.

{beija-me}

img_7913

EXIF: f/4 | 1/320 seg. | 500 ISO | 18 mm | -1 compensação
(edição: PhotoFilter 7)

(fontes – leiria – fevereiro 2017)

“Quando os meus lábios se aproximaram devagar dos lábios dela e nos beijámos,
havia reflexos de brilho,
como pó lançado ao ar,
a caírem pela noite que nos cobria.”

(José Luís Peixoto)

{aqui nasce o lis}

img_7879

EXIF: f/7.1 | 1/6 seg. | 80 ISO | 30 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(fontes – leiria – fevereiro 2017)

é aqui que nasce o rio Lis

{daisy}

img_7917

EXIF: f/2.2 | 1/2000 seg. | 500 ISO | 13 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(fontes – leiria – fevereiro 2017)

… continuam a ser tão lindas,
as margaridas!

{flor de eucalipto}

img_7886

EXIF: f/1.8 | 1/1000 seg. | 500 ISO | 6 mm
(edição: PhotoFilter 7)

(fontes – leiria – fevereiro 2017)

levei um shot de ar puro nesta tarde!
até o nariz desentupiu…

{eclipse penumbral da lua}

img_7848

EXIF: f/2.8 | 1/250 seg. | 80 ISO | 30 mm
(fotografia sem qualquer edição)

(leiria – fevereiro 2017)

Na passada 6ª feira, dia 10, e pela madrugada do dia 11 foi visível um eclipse de penumbra da lua.
Mas o que é isso?

“A lua cheia vai entrar na região de penumbra da Terra. O que é que isto significa?
Imagine que estamos na Lua e que vamos viajar dentro de um círculo de sombra.
Este círculo está dividido em duas partes,
uma parte mais próxima do centro, que é a umbra,
onde a luz reflectida pela Lua é completamente bloqueada;
e outra mais próxima do limite da circunferência, a penumbra,
que é a região onde apenas uma porção da luz da Lua é obscurecida.

Concentremo-nos então na penumbra:
é aqui que a viagem da Lua de aproximadamente quatro horas e meia vai passar-se esta noite.
“A Lua não entra no cone de sombra da Terra”,
explica o astrónomo Rui Agostinho, do Observatório Astronómico de Lisboa.
“Há então uma parte com mais luz e outra com menos luz.
O lado da Lua que está mais para dentro da umbra
é o mais escuro e o mais afastado tem mais luz”, refere.
O que acontece é que vemos uma variação do brilho da Lua.
“O brilho total diminui”, explica Rui Agostinho.
De acordo com o astrónomo, no ponto máximo do eclipse,
às 00h44, a parte da Lua que “toca” na zona da penumbra mais próxima da umbra
vai brilhar cerca de 5% do que o costume, ou seja,
esta é o momento mais escuro do fenómeno.
Já a parte da Lua que está na zona da penumbra mais distante da umbra
fica quase com 100% do brilho.”

(retirado do Público)

Esta fotografia foi realizada às 01h14m.

{happy valentines day}

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EXIF: f/4 | 1/125 seg. | 500 ISO | 6 mm | -1.0 compensação
(edição: PhotoFilter 7)

(fontes – leiria – fevereiro 2017)

… que não seja preciso um dia para se celebrar o AMOR,
que se celebre TODOS OS DIAS!

{cruzamentos}

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EXIF: f/5.6 | 1/400 seg. | 400 ISO | 19 mm | -1.0 compensação
(edição: PhotoFilter 7)

(são pedro de moel – fevereiro 2017)

naquele momento mágico,
de encontros e desencontros…

 

{quando o sol se punha}

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EXIF: f/7.1 | 1/4000 seg. | 400 ISO | 8 mm | -0.7 compensação
(edição: PhotoFilter 7)

(são pedro de moel – fevereiro 2017)

… naquele dia,
que o sol se pôs no horizonte…