{ao vento}

EXIF: f/2 | 1/640 seg. | 320 ISO | 60 mm
(edição: Polarr)

(fradelos – porto – julho 2018)

… ao por do sol… e ao vento…

 

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{cotonetes}

EXIF: f/2 | 1/1000 seg. | 100 ISO | 60 mm
(edição: Polarr)

(leiria – julho 2018)

… parecem cotonetes…

{sob #2}

EXIF: f/2 | 1/640 seg. | 100 ISO | 60 mm
(edição: Polarr)

(leiria – julho 2018)

… sob a água da chuva…

{sob}

EXIF: f/2 | 1/800 seg. | 100 ISO | 60 mm
(edição: Polarr)

(leiria – julho 2018)

… estames sob a luz…

{fotogenia}

EXIF: f/2 | 1/250 seg. | 100 ISO | 60 mm
(edição: Polarr)

(leiria – julho 2018)

… quando os “santos de porta fazem milagres”…
e não é preciso ir muito longe,

que é como quem diz, sair do próprio quintal,
para captar estes pormenores…

{being happy}

EXIF: f/2 | 1/200 seg. | 100 ISO | 60 mm
(edição: Polarr)

(leiria – julho 2018)

… devemos sempre voltar onde fomos felizes…

{calda}

EXIF: f/4 | 1/100 seg. | 6400 ISO | 54 mm
(edição: Polarr)

(arouca – junho 2018)

as “bacias” de cobre onde se faz a calda de açucar
em que se embebe o pão de ló,

ou as fatias de pão de ló…

{doces, bem doces}

EXIF: f/4 | 1/80 seg. | 1000 ISO | 58 mm
(edição: Polarr)

(arouca – junho 2018)

Porque qualquer passeio também se faz de gastronomia,
estas fatias de pão de ló,
são de “ir ao céu”… Aconselho!

 

{vistas, a perder de vista}

EXIF: f/11 | 1/160 seg. | 100 ISO | 21 mm
(edição: Polarr)

(aldeia da castanheira – junho 2018)

… paisagem – vista da aldeia da castanheira e monumento das
pedras parideiras, em primeiro plano; 

aldeia e frecha da mizarela, do lado esquerdo, na montanha

{arouquesa}

EXIF: f/4 | 1/250 seg. | 100 ISO | 50 mm
(edição: Polarr)

(aldeia da castanheira – junho 2018)

… a tipica vaquinha arouquesa,
a “passear-se” pela estrada,
com toda a sua calma e pachorra,
comendo ervas e flores,
ao som do seu badalo…

{pedra parideira #2}

EXIF: f/7.1 | 1/400 seg. | 100 ISO | 70 mm
(edição: Polarr)

(aldeia da castanheira – junho 2018)

Estes nódulos ao se desincrustarem dos núcleos da rocha-mãe
por termoclastia/crioclastiadeixam
uma camada externa em baixo relevo nos núcleos
da rocha-mãe e espalham-se à volta desta.

(wikipédia)

{pedra parideira #1}

EXIF: f/4 | 1/1000 seg. | 100 ISO | 70 mm
(edição: Polarr)

(aldeia da castanheira – junho 2018)

Pedras Parideiras são um fenómeno geológico raro, um tipo de pedras que brotam de uma rocha-mãe, um bloco nodular de origem granítica com 1000 x 600 m, daí se chamarem Parideiras. Os nódulos de 1 a 12 cm de diâmetro com formas discóides e biconvexas são compostos pelos mesmos elementos mineralógica do granito, a camada externa é composta por biotite e a interna possui um núcleo de quartzo e feldspato potássico.

(wikipédia)

{dedaleiras}

EXIF: f/4 | 1/60 seg. | 100 ISO | 70 mm
(edição: Polarr)

(aldeia da castanheira – junho 2018)

… flores à borda da estrada, à chegada à aldeia da castanheira,
terra das pedras parideiras…

{pormenores}

EXIF: f/4 | 1/200 seg. | 100 ISO | 70 mm
(edição: Polarr)

(arouca – junho 2018)

… pequenos detalhes,
ao longo dos passadiços do Paiva…

{caminhar, caminhando}

EXIF: f/9 | 1/100 seg. | 100 ISO | 70 mm
(edição: Polarr)

(arouca – junho 2018)

… os passadiços do Paiva, ao longe…